domingo, 7 de outubro de 2007

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Ela é de domínio público. Faz parte da vida de muita gente, de diferentes formas. Cada um, à sua maneira, estabelece um contato íntimo com ela. Simples em sua magnitude. Perfeita até nos possíveis defeitos. Um ícone, uma inspiração. É pretensão demais escrever ou falar sobre ela. Ela desconhece, mas a nossa história é antiga. Talvez, não “nossa”, mas “minha com ela”. Embalando os meus dias, trazendo força, despertando uma vontade desconhecida em mim. Muito mais do que a artista, muito mais do que a figura pública, ela é a figura íntima. Aquela que tem acesso ao mais íntimo de mim. Sua voz, sua musicalidade, sua sensibilidade, falam ao mais profundo dos meus sentimentos, tocam plenamente os meus sentidos. Olhos, ouvidos, corpo e mente abertos às sensações que só ela é capaz de provocar. A mais bela entre as mulheres. A mais excepcional dentre as cantoras. A perfeição em sentido literal. E, acima de tudo, simples em forma e sentidos. Essa é ela. Essa é a que “vive” em mim. Essa é a “minha” Zélia.

Um comentário:

Anônimo disse...

Sua Zélia...
Minha Zélia...
Nossa Zélia... e de todos os fãs incondicionais...

Me bateu uma tristezinha egoísta agora, de "poxa, poderia ser minha"...

Paciencia!

Como eu disse, Zélia é um estrondo! Ele chega, abala... e nós que nos aguentemos!